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Cultura 2017-07-04T18:50:57+00:00

Grupo Santa Olímpia de Danças Folclóricas

O Grupo Santa Olímpia de Danças Folclóricas mantém a tradição dos imigrantes tiroleses através de um repertório de danças típicas folclóricas, que são a maior expressão da alegria e liberdade do povo tirolês.

A região alpina possui diversas tradições, mantidas principalmente nas pequenas aldeias em meio aos vales e montanhas, e particularmente na região trentina (Tirol italiano) é possível encontrar algumas das manifestações folclóricas mais antigas dos Alpes, que permanecem originais até os dias de hoje.

As danças típicas são resquícios de um tempo sem tecnologias, em que as mesmas serviam para o entretenimento popular após o dia de trabalho; cada dança possui em si o modo de pensar e de viver de seu povo.

O primeiro Grupo Folclórico de Santa Olímpia foi fundado em 09 de setembro de 1987, com o objetivo de resgatar a cultura dos antepassados tiroleses.

Inicialmente o Grupo Santa Olímpia era composto apenas por integrantes adultos. Para que as gerações mais novas também pudessem praticar as danças, foram iniciados os grupos; mirim, infantil, infanto-juvenil e juvenil. Atualmente, o grupo é composto por 120 integrantes.

Em seus quase 30 anos, o Grupo já se apresentou em centenas de cidades do Brasil levando e representando a nossa cultura trentino-tirolesa.

Coro Stella Alpina e Caneva

Fundado em 18 de agosto de 1990, o Coro Stella Alpina é o mais antigo coro de Santa Olímpia e um dos poucos em estilo folclórico existentes no Brasil. Com muita alegria, traz em seu repertório canções trentinas, austríacas e italianas e entre suas canções, estão também aquelas do tempo da imigração européia, quando se cantava a partida, a nova vida, as dificuldades e as alegrias dos imigrantes que vieram “fazer a América”. Seu presidente é José Luiz Negri e sua regente (e também fundadora) é Jânea Falcão.

Stella Alpina (também chamada Edelweiss) é o nome de uma flor dos Alpes tiroleses, semelhante a uma estrela, encontrada somente nas paredes rochosas acima de 1.500 metros de altitude. Além de ser a flor símbolo do Tirol, a Stella Alpina é também um símbolo do amor eterno, pois antigamente os rapazes escalavam as montanhas para colherem as maiores flores para suas amadas, e o arriscado feito (que muitas vezes podia terminar tragicamente com a queda nos precipícios) era uma prova de amor e quanto maior a flor, maior o feito.

Outra interessante característica da flor, é que ela aparenta ser de veludo e o seu branco nobre só existe se a mesma florir em grandes altitudes, do contrário, possuirá uma cor esverdeada. Depois de recolhida, a stella alpina permanece intacta por muitos anos e existem algumas centenárias.

Em 2005, sob liderança de José Luís Negri e Eduardo Forti (presidente e vice-presidente), seus integrantes construíram sua própria sede, que leva o mesmo nome do Centro Cultural, João Octavio de Mello Ferraciu. A sede do coro se localiza na rua Consolação, 183 – Sta Olímpia.

O Coro Stella Alpina se apresenta nas festas do bairro e sempre embelezam as missas da Igreja de Santa Olímpia; também já se apresentaram em diversos locais de Piracicaba, do Estado de São Paulo e em outros estados brasileiros, como Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Bahia. Em setembro de 2005, participaram da “Settimana Brasiliana”, um encontro de descendentes trentinos na Província Autônoma de Trento, representando o Brasil com integrantes de outras cidades de colonização trentina.

O coro teve seu primeiro CD gravado, chamado Canti di Montagna e duas faixas no álbum duplo Vozes da Terra, realizado pelo Projeto Mercocidades, da Prefeitura de Juiz de Fora. Também participou do CD Ao vivo dos concertos em que participou na Itália.

Coro Và Pensiero